Siouxsie

00000001Desenho colorido com Guache e nanquim, em papel de envelope A3. Então, eu não curto muito esse tipo de som que o “Siouxsie and The Banshees” faz, mas eles tem uma música que gosto bastante, “Face to face”,  composta por eles e o Danny Elfman. Essa música fez parte da trilha do filme Batman O Retorno (Batman Returns), o segundo filme do Tim Burton do “bats”. Ela pode ser ouvida no filme durante a cena do baile em que o Bruce Wayne e Selina Kyle, para quem não sabe, Batman e Mulher Gato (pronto falei), dançam juntos e percebem que na verdade são inimigos. 

Link da cena da dança: https://www.youtube.com/watch?v=eeEz9oE17ac

Link do clip da música: https://www.youtube.com/watch?v=zpaqBXc5MTk

 

“O Sr. não vai morrer… vão matar o Sr.”

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Esse episódio do Chaves é icônico, sempre que me lembro dele, vêm varias falas a minha cabeça, não que de outros episódios não venham, kkkk, mais esse tem vários clássicos, além da cena que representei, que é quando o Sr. Madruga (Don Ramon) se convence que vai finalmente morrer e ao se olhar no espelho, vê a face da morte, com a Marcha Fúnebre (Marcha Fúnebre, Terceiro Movimento da Sonata nr. 02 para Piano, em Si bemol menor do opus 35 de Frédéric François Chopin) tocando como tema de fundo é FANTÁSTICO. O episódio se chama “O Aniversário do Seu Madruga” (“El Cumpleaños de Don Ramón”), estreou em 30 de junho de 1975. Fiz esse desenho em papel sulfite A4, caneta nanquim e guache.

Ah! Lembrem se: “O homem deve ser feio, forte e formal!”

Link da Marcha Fúnebre pra quem toca piano: https://www.youtube.com/watch?v=D05AB8xs7qA

Pokéstops – Artes de rua/RJ

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Estou meio atrasado (muito atrasado), pra falar rapidamente da febre “Pokémon Go”, o fenômeno mundial que se instalou no Brasil, mais ou menos no início do terceiro trimestre de 2016. Eu achei que a grande sacada de “Pokémon Go” foi fazer com que os jogadores levantassem os trazeiros de seus sofás e andassem pelas ruas de sua cidade para encontrar os personagens da Nintendo no mundo real através de seus smartphones com a realidade aumentada e GPS. Achei também muito interessante o fato de alguns “Pokéstops” serem referentes a pontos com artes de rua, para alguns street art, ou arte urbana, que  se tratam de intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde a política, religião, problemas sociais e etc.  Dessa vez não cheguei a fazer nenhum desenho de pokemon não, na verdade, até tenho uns desenhos antigos, da minha infância.

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O Taxista Fantasma

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Algumas pessoas quando lembram do filme Os Caça Fantasmas ( Ghostbusters) de 1984 logo pensam no Monstro de Marshmallow (Stay Puft) ou do Geléia, mas na minha cabeça sempre vem a imagem do  Taxista Fantasma. Cara, como eu achei demais aquele boneco quando vi o filme pela primeira vez na minha juventude, até porque, imagina, você vai de boa pegar um taxi, entra e tal, e dá de cara com esse ser no volante. Desenhei em papel sulfite A4, caneta Bic vermelha, guache vermelho e uma canetinha amarela.

Ah! Para quem viu o novo filme dos Caça Fantasmas, de 2016, a cena pós-crédito, faz referência à Zuul, o vilão do primeiro filme.

Trailer do filme de 1984: https://www.youtube.com/watch?v=RVqM5vGoB28

See Ya!

Duas Caras – Kamehameha

Kamehameha Two Face - Chalenge

Imagina o Duas Caras na dúvida entre mandar um Kamehameha e um Big Bang Attack (Explosão do Super Vegeta).

Como o Batman lidaria com essa nova habilidade do Harvey Dent?

Leozinho, em um belo dia do ano de 2014, havia me desafiado a fazer o Duas Caras executando o Kamehameha. Claro que aceitei o desafio (challenge accepted). Até tinha feito o desenho em 2014 mesmo, só que sem o golpe propriamente dito, provavelmente por preguiça. Agora, mexendo nas pastas guardadas, procurando desenhos inacabados, o reencontrei,  e adivinha, fiquei com preguiça de terminar again. Olhei o pc, ele olhou para mim, e resolvi termina-lo no photoshop, aplicando o a energia e as linhas de ação pelo programa.

See Ya!

“To be”

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As reflexões de um herói, um drama da consciência.  (Jeffo)

Quem nunca ouviu falar de Hamlet, príncipe da Dinamarca, o personagem principal da peça “A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca” de William Shakespeare, e de sua é frase mundialmente famosa aludida pelo príncipe no Ato 3, cena 1:

“HAMLET — Ser ou não ser… Eis a questão. Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim tentando resistir-lhes? Morrer… dormir… mais nada… Imaginar que um sono põe remate aos sofrimentos do coração e aos golpes infinitos que constituem a natural herança da carne, é solução para almejar-se. Morrer.., dormir… dormir… Talvez sonhar… É aí que bate o ponto. O não sabermos que sonhos poderá trazer o sono da morte, quando alfim desenrolarmos toda a meada mortal, nos põe suspensos. É essa idéia que torna verdadeira calamidade a vida assim tão longa! Pois quem suportaria o escárnio e os golpes do mundo, as injustiças dos mais fortes, os maus-tratos dos tolos, a agonia do amor não retribuído, as leis amorosas, a implicância dos chefes e o desprezo da inépcia contra o mérito paciente, se estivesse em suas mãos obter sossego com um punhal? Que fardos levaria nesta vida cansada, a suar, gemendo, se não por temer algo após a morte — terra desconhecida de cujo âmbito jamais ninguém voltou — que nos inibe a vontade, fazendo que aceitemos os males conhecidos, sem buscarmos refúgio noutros males ignorados? De todos faz covardes a consciência. Desta arte o natural frescor de nossa resolução definha sob a máscara do pensamento, e empresas momentosas se desviam da meta diante dessas reflexões, e até o nome de ação perdem. Mas, silêncio! Aí vem vindo a bela Ofélia. Em tuas orações, ninfa, recorda-te de meus pecados.”

http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/hamlet.html